Monumento aos Heróis da Batalha do Rosário, por Diário de Notícias

Monumento Aos Bravos do 1º de Cavalaria na Batalha do Passo do Rosário

Monumento Aos Bravos do 1º de Cavalaria na Batalha do Passo do Rosário — Imagem gentilmente cedida pelo Centro de Comunicação Social do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas, “Dragões da Independência”, Brasília, DF.

A anexação do Uruguai ao Brasil, sob a denominação de Província Cisplatina, foi a resultante mais grave da campanha de Montevidéu, pois que teve a consequência de gerar repetidos conflitos nas regiões do sul, tantas vezes conflagradas. Os uruguaios estabeleceram quartéis em Buenos Aires, esperando uma oportunidade para renovar a luta, o que sucedeu em 1825, quando, a 19 de abril, João Antônio Lavalleja, à frente de 32 homens, rompeu as hostilidades, sendo apoiado pelas forças de Frutuoso Rivera. Lavalleja, depois de estabelecer o quartel-general em Durazno, atacou as forças brasileiras, ferindo-se o primeiro combate próximo do Rio Negro, no local chamado Mercedes, sendo derrotado o General Jardim, que as comandava. A esta agressão respondeu Bento Manuel Ribeiro, marchando contra o caudilho espanhol, que encontrou acampado em Sarandi. Leia mais »

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Monumento a Eça de Queiroz, por Diário de Notícias

Monumento a Eça de Queiroz na Avenida Lauro Sodré

Monumento a Eça de Queiroz na Avenida Lauro Sodré

O romancista português José Maria Eça de Queiroz nasceu na Póvoa de Varzim, em 25 de novembro de 1845, sendo seu pai o magistrado José Maria Teixeira de Queiroz. Passou a sua juventude na cidade do Porto, onde frequentou vários colégios particulares, realizando os seus primeiros estudos; em seguida, transferiu-se para Coimbra, onde se matriculou na faculdade de Direito, completando o seu curso em 1866. Em Coimbra, na época da agitação da Sociedade do Raio, Eça de Queiroz viveu a fase mais inquieta da sua existência, tomando parte em movimentos que lhe caldearam o espírito, com larga repercussão na mentalidade do escritor que já se afirmava através de colaborações esparsas em diferentes publicações. Leia mais »

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Praça do Curro, por Vieira Fazenda

Wikipédia - Franz Josef Frühbeck - Campo de Santana

Wikipédia - Franz Josef Frühbeck - Campo de Santana

Para comemorar a aclamação de D. João VI e os desposórios do príncipe D. Pedro havia o Senado da Câmara feito construir um grande anfiteatro, no antigo Campo de Santana.

Ali realizou a elite em dias de outubro de 1818 pomposas festas populares: cavalhadas, touradas, alardas e danças figuradas.

A todas elas assistiram o rei, a Família Real e o corpo diplomático, altos funcionários e imensa multidão de todas as classes sociais, inclusive o clero.

Tinha o anfiteatro seiscentos e um palmos de extensão, trezentos e cincoenta e três de largura e setenta e sete de altura. Leia mais »

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Monumento ao Prefeito Francisco Pereira Passos, por Diário de Notícias

Monumento ao Prefeito Francisco Pereira Passos

Monumento ao Prefeito Francisco Pereira Passos

O engenheiro Francisco Pereira Passos nasceu a 29 de agosto de 1836, na antiga vila, hoje cidade, de São João Marcos. Seus pais, o barão e a baronesa de Mangaratiba, eram fazendeiros nos municípios de São João Príncipe e de Mangaratiba. Fez os primeiros estudos na casa paterna, sob a direção de um professor contratado para esse fim. Aos 14 anos, entrou para o colégio de São Pedro de Alcântara, então estabelecido na Rua do Livramento desta capital, dirigido pelos padres Paivas. Aí completou seus estudos preparatórios. Em março de 1852, matriculou-se no curso de Engenharia Civil, na antiga Escola Central, hoje Escola Nacional de Engenharia. Em dezembro de 1856, tendo completado o curso, tomou o grau de bacharel em ciências físicas e matemáticas, que lhe dava o diploma de engenheiro civil. Em 1857, Francisco Pereira Passos partiu para a Europa e completou seus estudos de engenharia civil na Escola de Pontes e Calçadas, de Paris, frequentando como ouvinte as aulas de Arquitetura, Estradas de Ferro, Portos de Mar, canais e melhoramentos dos rios navegáveis. Leia mais »

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Monumento a Machado de Assis, por Diário de Notícias

Monumento a Machado de Assis

Monumento a Machado de Assis

Joaquim Maria Machado de Assis era filho desta cidade, onde nasceu na antiga chácara do Livramento, no morro do mesmo nome, de pais obscuros e pobres — Francisco José de Assis e Dona Maria Leopoldina Machado de Assis, a 21 de junho de 1839. A condição modesta do seu nascimento tornou naturalmente difícil o começo de sua vida, não lhe permitindo fazer os estudos regulares, sem dúvida almejados pela sua inteligência primorosa.

Afirma-se que a sua primeira ocupação, ao sair da escola primária, foi a de sacristão da Igreja da Lampadosa. Depois, fez-se tipógrafo, e, como tal, trabalhou na Imprensa Nacional, de 1856 a 1858. Certamente, esta profissão despertou a sua vocação literária latente. Leia mais »

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Monumento ao General Santander, por Diário de Notícias

Monumento ao General Santander

Monumento ao General Santander

Francisco de Paula Santander teve papel destacado em todos os movimentos que se organizaram em prol dos novos destinos de sua pátria, a Colômbia, neles se distinguindo como uma figura singular de soldado e de cidadão. Nasceu em Rosário de Cucuta — Nova Granada — e, ao proclamar-se a independência, em 1810, juntou-se aos patriotas e combateu sob o comando de Nariño e Bolívar. Foi promovido ao posto de general de divisão na batalha de Bozaca, em 1819, e nomeado por Bolívar vice-presidente do Estado de Andinamarca, sendo eleito vice-presidente da Colômbia em 1821 e reeleito em 1827. Acusado de conspirar contra a vida de Bolívar, foi exilado. Em 1832, foi eleito presidente da Nova Granada, exercendo esse cargo até 1836. Escreveu, em 1837, “Apuntamiento para las memorias de Colombia e Nueva Granada”. Em todos os atos que praticou, quer nas campanhas libertadoras de sua terra, quer no exercício da suprema investidura política no governo, o general Santander foi sempre o idealista sincero e o combatente valoroso. Leia mais »

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Monumento ao ator João Caetano, por Diário de Notícias

Monumento ao ator João Caetano

Monumento ao ator João Caetano

João Caetano dos Santos nasceu em 27 de janeiro de 1808 e era filho do capitão de ordenanças João Caetano dos Santos e de Dona Joaquina Maria Rosa dos Santos. Ainda muito jovem, assentou praça como cadete no batalhão do Imperador e, durante sete anos, esteve nas fileiras do Exército, tomando parte em algumas campanhas, no sul, onde deu exemplos de coragem. Os seus pendores, entretanto, manifestados ainda em plena juventude, indicavam o teatro como a carreira de sua preferência e, por isso, contrariando os desejos da família, deixou as fileiras, tornando-se ator. Apareceu em cena, pela primeira vez, em 1827, num teatrinho particular da vila de Itaboraí, desempenhando o papel de “Carlos”, no drama “O Carpinteiro da Livórnia”. Animado com o êxito da estreia, veio para o Teatro de Niterói, onde abriu uma assinatura de 10 récitas, apresentando os dramas: “Otelo”, “Antônio José”, “Catarina Howard”, “Torre de Nesle”, “Fayel”, “Oscar, o filho de Ossian”, “Aristodemo” e “Última Assembleia dos Condes Livres”. Alguns meses depois, entrava para o Teatro Constitucional Fluminense, vencendo o ordenado mensal de 30$000. Mais tarde, amparado pelo visconde e marquês do Paraná, conseguiu reconstruir o Teatro de Niterói, reabrindo-o no dia 2 de dezembro de 1833, com o drama – “O Príncipe amante da liberdade ou a Independência da Escócia”. Deve-se a João Caetano a organização da primeira companhia dramática nacional e a formação do teatro brasileiro, com atores nacionais, oferecendo-lhes ordenado fixo e certo amparo material. Leia mais »

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Monumento a Amizade, por Diário de Notícias

Monumento a Amizade

Monumento a Amizade

Para testemunhar o afeto dos Estados Unidos ao nosso país e por iniciativa da American Chamber of Commerce, na data da comemoração do primeiro centenário da emancipação política do Brasil, aquela instituição de classe americana organizou uma comissão, sob a presidência do Sr. John Merril, com o fim de angariar donativos para a aquisição de um bronze representando a Amizade, a ser oferecido ao povo brasileiro. A iniciativa teve o melhor acolhimento e, dentro em pouco, era, pela importância de 40.000 dólares (cerca de 800 mil cruzeiros em nossa moeda), confiada ao escultor americano Charles Keeke a execução da obra.

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Em 1922, perante as altas autoridades brasileiras e americanas, o chanceler, Sr. Charles Hughes, doou o bronze ao Brasil. Decorreram, porém, as administrações dos prefeitos Carlos Sampaio, Alaor Prata e Antônio Prado, sem que o mesmo fosse inaugurado, ficando sob a guarda da Companhia Expresso Federal, até que, em 1931, o Centro Carioca, atendendo a uma sugestão do sócio Sr. Agostinho Dias Nunes de Almeida, deliberou pleitear junto ao interventor Adolfo Bergamini a inauguração do monumento. O governador da cidade entregou a solução do caso ao Sr. Pedro Viana da Silva, diretor de Arborização e Jardins, que, em colaboração com o professor Benevenuto Berna, Srs. Edmundo Miranda Jordão, Agostinho Nunes de Almeida e professor Ariosto Berna, membros do referido Centro, tomou as providências que o assunto requeria. Leia mais »

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Monumento Comemorativo da Abertura dos Portos, por Diário de Notícias

Monumento Comemorativo da Abertura dos Portos - Comércio

Monumento Comemorativo da Abertura dos Portos
Comércio

Em 1807, achando-se a França em guerra com a Inglaterra, Napoleão Bonaparte, imperador dos franceses, decretou o bloqueio continental, intimando todas as nações europeias a fechar os seus portos ao comércio inglês. Portugal, governado então por D. João, príncipe regente, conservando as suas relações de amizade com a Inglaterra não quis atender à intimação de Bonaparte. Este, declarando que os portugueses “iam pagar com lágrimas de sangue o ultraje feito à França”, mandou invadir o território português, o que foi realizado pelas forças comandadas pelo general Junot. D. João, sem meios para enfrentar os invasores, resolveu refugiar-se no Brasil, para onde embarcou, em 27 de novembro de 1807, com toda a família imperial e acompanhado de numeroso séquito. Quatorze naus de guerra e muitos navios mercantes surtos no Tejo transportaram para o Brasil, então, milhares de emigrantes (cerca de 13.000). Durante a travessia, o mau tempo reinante separou as naus, de modo que o príncipe regente arribou à Bahia, onde chegou a 22 de janeiro de 1808, cerca de meio-dia. A cidade do Salvador acolheu a família real com as mais vivas demonstrações de regozijo e proporcionou todas as comodidades à comitiva do príncipe. Poucos dias depois, a conselho do brasileiro José da Silva Lisboa, mais tarde Visconde de Cairu, D. João assinava o decreto de 28 de janeiro de 1808, que declarava livres ao comércio das nações amigas todos os portos do Brasil. No mês seguinte, partiu para o Rio de Janeiro, onde desembarcou no dia 7 de março, no meio de aclamações entusiásticas. Leia mais »

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Busto do Engenheiro Paulo de Frontin, por Diário de Notícias

Busto do Engenheiro Paulo de Frontin

Busto do Engenheiro Paulo de Frontin

O Dr. André Gustavo Paulo de Frontin, descendente de uma nobre família francesa, que se expatriou após a revogação do Edito de Nantes, em 1685, para escapar às vicissitudes da perseguição religiosa que então reaparecera na França, foi um brasileiro verdadeiramente patriota. Nasceu nesta capital, em 17 de setembro de 1860 e, aos 14 anos de idade, em 1874, matriculava-se na antiga Escola Central, terminando em 1879 os cursos de engenheiro civil e geógrafo; no mesmo ano bacharelou-se em ciências físicas e matemáticas e, no ano seguinte, também em engenharia de minas. Iniciou, logo a seguir, a sua carreira no magistério, como professor do Colégio Pedro II e mais tarde ingressou no corpo docente da Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Em 1880 foi nomeado engenheiro residente do reservatório de França e, pouco depois, passou a ocupar o cargo de engenheiro-chefe do escritório das Obras do Novo Abastecimento d’água à cidade do Rio de Janeiro. Foi, então, por proposta sua, levada a efeito a aquisição dos mananciais de Xerém e Mantiqueira. Em 1889, executou a obra notável de suprimento rápido de água à cidade, que sofria os efeitos de uma temerosa seca (episódio conhecido pela designação de “água em seis dias”). Em 1890, organizou o projeto de saneamento de Cataguazes e, em maio desse ano, fundou a Empresa Industrial de Melhoramentos do Brasil, de onde surgiram numerosas iniciativas úteis e patrióticas. Inclusive a construção de um trecho de estrada de ferro, na parte mais difícil, compreendida entre a Raiz da Serra e Paraíba do Sul. Leia mais »

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